terça-feira, 14 de abril de 2009

Motorpasión Brasil: Nasce um grande sucesso


Hoje nasce mais um projeto interessante sobre o qual disfrutarei alguns momentos com o foco neste tema tão apaixonante: o autobomolismo. Trata-se do site Motorpasión Brasil. Este será uma versão brasileira de um dos blog mais famosos na espanha sobre o tema, com mais de 1 milhão de acessos únicos no mês entre o país do velho mundo e outros de lingua espanhola.

Esta expansão foi proposta para o Brasil apostando exatamente na juventude da nossa população, no crescimento da internet aqui, e devido ao sucesso do site em quase toda a América Latina, não repercutindo no Brasil devido às nossas diferenças quanto à lingua mãe.

Confira o link deste novo sucesso no mundo virtual automotivo brasileiro: www.motorpasion.com.br

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sexta-feira, 6 de março de 2009

FIAT oferece bolsa de estudos na Itália


Não desperdice esta oportunidade.

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sábado, 28 de fevereiro de 2009

Ayrton Senna da Silva (1960-1994)

O mito
Ayrton Senna foi o piloto de Fórmula 1 mais sensacional de todas as épocas. Brasileiro, paulistano, tri campeão mundial de automobilismo, e ídolo de toda uma geração, Ayrton começou a trilhar sua carreira nas pistas correndo em um kart quando em 1983 foi cotado a disputar a Fórmula 3 inglesa. Piloto de Talento, teve sua primeira oportunidade na Fórmula 1 apenas um ano depois, em 1984, na escuderia Toleman, e depois mudou para a Lotus-Renault em 1985, onde conquistou 5 Grandes Prêmios. Em 1988 Senna começou a correr na McLaren-Honda, ao lado de outro grande piloto - Alan Proust. Ano em que conquistou seu primeiro título mundial. houveram outros dois, em 1990 e 1991, pela mesma equipe.

O homem

Filho de pais ricos, o menino Ayrton era um excelente aluno de educação física, artes e química, mas enfrentava dificuldades em física, matemática e inglês. Percebeu desde cedo que seu hobbie seria sua profissão. Homem religioso, era leitor assíduo da bíblia, e sempre demonstrava preocupação com a pobreza generalizada no Brasil. Chegou a gastar milhões de sua fortuna pessoal em ações que beneficiaram crianças carentes de seu país. Pouco antes de seu trágico acidente, ele fez o esboço da concepção de uma organização dedicada à educação de crianças brasileiras, o que mais tarde viria a se tornar o Instituto Ayrton Senna.

O posteridade


Na triste manhã de 1º de maio de 1994, o carro do maior piloto de Fórmula 1, depois da era Fangio, colidia contra o muro numa curva no circuito de Ímola, Itália. Luto nas pistas; luto no Brasil. Ayrton Senna, tricampeão mundial, uma lenda viva do automobilismo, morria, deixando um nome que nunca será apagado da história das corridas de automóveis.

Longe de se aninhar nas mais tristes lembranças dos aficionados do esporte, porém, Ayrton Senna se multiplicou com a força de um bólido, desde seu falecimento.

Frases de motivação pelo próprio Ayrton Senna:

"No que diz respeito ao empenho, ao compromisso, ao esforço, à dedicação, não existe meio termo. Ou você faz uma coisa bem feita ou não faz."

"Quando você não está feliz, é preciso ser forte para mudar, resistir à tentação do retorno. O fraco não vai a lugar algum."

"O medo faz parte da vida da gente. Algumas pessoas não sabem como enfrentá-lo. Outras, acho que estou entre elas, aprendem a conviver com ele e o encaram não de forma negativa, mas como um sentimento de auto preservação."

"Se você quer ser bem sucedido, precisa ter dedicação total, buscar seu último limite e dar o melhor de si mesmo."

"Não sei dirigir de outra maneira que não seja arriscada. Quando tiver que ultrapassar, vou ultrapassar mesmo. Cada piloto tem um limite. O meu é um pouco acima do dos outros."

"Canalizo todas as minhas energias para ser o melhor do mundo."

"Brasileiro só aceita título se for de campeão. E eu sou brasileiro."

"Se depender de mim, vocês, jornalista, irão esgotar os adjetivos do dicionário."

"Quero melhorar em tudo. Sempre."

"O fato de ser brasileiro só me enche de orgulho."

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quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

SsangYong pede moratória

... Mas importador brasileiro tranquiliza compradores.

A montadora sul-coreana SsangYong pediu moratória a um tribunal de Seul, capital da Coreia do Sul. A decisão foi tomada depois de uma reunião com o grupo proprietário da marca, a Xangai Automotive Industry Company (SAIC), maior empresa automobilística da China.

A Ssangyong alega estar enfrentando problemas de liquidez devido à crise econômica, ocasionados principalmente pelo mau desempenho da empresa nas exportações.

Em dezembro, a retração das vendas foi de 53,5%, com 5 540 unidades vendidas. Para enfrentar a situação, foram anunciadas ações como paralisação na produção e o corte de salários e aposentadorias.

A marca também está presente no Brasil, onde comercializa os utilitários Actyon, Actyon Sports, Kyron e Rexton II, além do sedã Chairman.

A representante oficial da montadora no país informou que a SsangYong não deixará de produzir seus modelos na Coreia do Sul e manterá o fornecimento de peças originais ao mercado brasileiro. Segundo um comunicado da assessoria de imprensa da Districar, responsável pelas operações da SsangYong, "em dezembro de 2008 os diretores da empresa foram convocados a participar de negociações em Seul que resultou na garantia integral de fornecimento a todas as distribuidoras da marca em 115 países".

Fonte: Carro OnLine

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terça-feira, 24 de fevereiro de 2009

Carlos Alberto de Oliveira Andrade - CAOA ( - )

Carlos Alberto de Oliveira Andrade é quem mais vende carros no País e, após ter investido R$ 300 milhões, começou a produzir os seus modelos associado à Hyundai. Nasceu assim a mais recente montadora nacional.

Esse “Henry Ford” brasileiro aprendeu a ser empresário muito cedo. Décimo-primeiro filho de uma família de 17 irmãos, ele se viu forçado a abandonar o colégio Marista, em Campina Grande (PB), quando tinha 15 anos, em função de dificuldades financeiras. Sem pensar duas vezes, decidiu descer para São Paulo, onde foi morar na Associação Cristã de Moços. Para juntar dinheiro, Carlos Alberto montou um pequeno quiosque na ACM, onde vendia de tudo: frutas, biscoitos, cigarros e assim por diante. “Foi lá que eu aprendi a ser vendedor”, diz ele. Graças a esse trabalho, ele conseguiu pagar os estudos e entrar na Faculdade de Medicina, em Recife. Uma vez formado, Carlos Alberto voltou para Campina Grande e começou a juntar dinheiro como o principal cirurgião da cidade. A história só mudou em 1979, quando ele comprou um Landau novo em folha, que era seu sonho de consumo. Orgulhoso, dirigiu até Recife e foi mostrar a máquina a um dos irmãos, que fez pouco caso, dizendo que o carro era até bom, mas não era automático. Carlos Alberto voltou a Campina Grande, vendeu o Landau mecânico e comprou um automático. O revendedor Ford da cidade, no entanto, não entregou o modelo. Estava à beira da falência. E a concessionária Vepel – esse era o nome – só não fechou porque Carlos Alberto decidiu comprá-la para salvar o Landau. Foi assim que o médico virou empresário.

O que aconteceu depois fez surgir um mito na indústria automobilística: o do vendedor insuperável. Aquela Vepel que antes comercializava 30 carros por mês triplicou seu volume de vendas em menos de dois meses. A Ford não só percebeu que havia algo de diferente ali como mandou alguns executivos a Campina Grande. Em seguida, Carlos Alberto foi convidado a analisar a compra de uma concessionária que ia mal das pernas no Recife – tempos depois, o mesmo fenômeno de multiplicação das vendas se repetiu. “Eles achavam que eu tinha um segredo, mas a minha lógica era simples”, diz ele. “Quem entra numa revenda, quer comprar um carro e eu não deixava ninguém sair sem antes fechar um negócio”. Uma história da qual Carlos Alberto jamais se esquece foi a de um sujeito sujo e maltrapilho que entrou na loja de Campina Grande carregando um saco de pão. Julgando o cliente pela aparência, os vendedores ficaram sentados. Carlos Alberto se levantou e foi até ele. O saco de pão era, na verdade, um saco cheio de dinheiro e dois automóveis foram vendidos de uma só vez. “Não conheço ninguém no mundo que tenha tanta habilidade para vender como ele”, diz um diretor da Ford, que preferiu não se identificar para não ferir susceptibilidades.

Em pouco mais de seis anos de vida empresarial, Carlos Alberto já era o maior revendedor Ford na América Latina. Foi também a convite da multinacional que ele veio para São Paulo, nos anos 80, com a missão de recuperar concessionárias problemáticas. E assim nasceu o grupo CAOA, que, hoje, tem um volume de vendas da ordem de R$ 1,5 bilhão por ano. Além da Ford, Carlos Alberto também tem revendas Subaru, que comprou de Benjamin Steinbruch, e é importador exclusivo da Hyundai. E foi com os coreanos que ele conseguiu realizar o sonho de ter uma fábrica própria. A oportunidade surgiu no fim dos anos 90, quando o senador Antônio Carlos Magalhães propôs uma lei de incentivos para Norte, Nordeste e Centro-Oeste, com o objetivo de levar a Ford para a Bahia. Nesse novo regime automotivo, que conta com uma série de incentivos fiscais, 42 projetos foram apresentados. No entanto, só o da CAOA vingou e foi aprovado pelo Ministério do Desenvolvimento.

O estilo agressivo de Carlos Alberto, naturalmente, também gerou inimizades. Entre os concorrentes, muitos o vêem com um misto de desdém e inveja. Alguns, protegidos pelo anonimato, o qualificam até como “predador”. O dono do grupo CAOA, alheio às intrigas, também já comprou brigas com gigantes – a maior delas, com a Renault. No início dos anos 90, ele era importador exclusivo da marca francesa e quase se associou com os franceses na construção da fábrica no Paraná. No fim, acordou-se que ele teria exclusividade de vendas numa área que representava cerca de 60% do mercado nacional, mas o contrato foi rompido de forma unilateral pela Renault. O caso parou na Justiça e o que se discute agora é o valor da indenização a ser paga ao grupo CAOA. Embora Carlos Alberto não diga isso abertamente, uma de suas motivações com a fábrica Hyundai é superar, em vendas, a rival Renault.

“A fábrica também foi feita com todo o cuidado ambiental”, diz Miguel Horzath, diretor de operações da multinacional alemã Dürr, que foi responsável pela construção da linha de montagem. Um dos diferenciais é um processo chamado RTO, que produz a queima de todos os gases e reduz a praticamente zero a emissão de poluentes. “O que temos hoje em Anápolis é o estado da arte em matéria de tecnologia”, diz Horzath, que também montou uma fábrica da Hyundai no Alabama, nos Estados Unidos. “É uma de nossas melhores fábricas no mundo”, enfatiza o coreano Kim Tae-Hyub, que é um dos responsáveis pela qualidade da produção em Anápolis. E o sonhador Carlos Alberto já realizou mais um sonho: guardou para ele o primeiro carro produzido na fábrica, ou melhor, para um museu que pretende construir no próprio terreno da fábrica.

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domingo, 22 de fevereiro de 2009

Ettore Bugatti (1881-1947)

O italiano Ettore Arcos Isidoro Bugatti nasceu em Milão no dia 15 de setembro de 1881 e ficou conhecido pela sua marca de carros esportivos. Carlo Bugatti, seu pai, desenhista de moedas de alta cotação, incentivou que Ettore seguisse seus passos. Tanto ele quanto seu irmão seguiram os estudos na Academia de Arte de Brera. Apesar do ambiente artístico que lhe rodeava, Bugatti começou a se interessar pelos automóveis. Em 1899, foi vendido seu primeiro veículo, um triciclo com um motor em cada roda traseira.

Bugatti podia ser um homem extravagante e prepotente, mas tinha bom gosto e era sonhador... isso lhe permitiu alcançar metas desde o início de sua vida profissional. Ele construiu um carro com motor de 4 cilindros com a ajuda do Conde Gulinelli. Este carro venceu a Copa Cidadã de Milão e Bugatti ganhou medalhas do Clube do Automóvel de Paris, devido ao fato de seu carro ser o mais rápido do mundo (atingia a gigantesca marca de 65km/h). A partir de então Ettore Bugatti começou a fazer carros para o público carros cada vez mais velozes.

Em 1902 o Barão Eugenio de Dietrich, dono de uma fábrica em Niederdbronn, na Alemanha, ofereceu a Bugatti uma vantajosa oferta para contar com seus serviços, e assim Ettore transferiu-se para Molsheim, na Alsacia, para adaptar-se ao gosto francês. O contrato de colaboração durou pouco e nosso personagem passou a trabalhar na Gasmotoren Fabrik en Colônia, como chefe de engenharia, onde começou a desmontar e investigar motores.

Depois de passar pela Alemanha, Bugatti viajou para a França e se hospedou no hotel Paris de Estrasburgo, onde criou seus novos modelos. Na época da Preimeira Guerra Mundial Bugatti tornou-se mais conhecido pelos seus carros esportivos. Em plena Guerra ele teve que ir à Itália, de onde colaborou com tecnologia para os exércitos franceses e estadunidenses. Após obter altos lucros com seus negócios, Bugatti pôde reabrir suas portas na Alsacia, para logo em seguida mudar-se para Paris, em 1936, e assim iniciar uma época de glória para sua empresa, ao construir à época esquisito modelos, mas que hoje valem fortunas. A Segunda Guerra lhe trouxe alguns prejuízos financeiros, mas nada que alterasse o status de sua marca. Em 11 de agosto de 1939, seu filho Jean morreu num acidente automobilístico. Em 1940, quando a Alemanha invadiu a França, Ettore Bugatti teve sua casa toda confiscada, tendo que fugir para a Itália. Quando a Segunda Guerra havia terminado, Bugatti lutou para reabrir sua empresa. Sem conseguir, ao perceber que havia perdido sua empresa, Bugatti entrou em depressão e veio a falecer no dia 21 de agosto de 1947.


Fonte: A História dos Automóveis no Brasil

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sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

Carrol Shelby (1923 - )


Nascido em 11 de janeiro de 1923, filho de Warren Shelby, cresceu na zona rural de Leesburg, Texas. Sua família mudou-se para Dallas, onde Carrol seguiu seus estudos secundários. Ele serviu à Força Aérea dos Estados Unidos da América durante a Segunda Guerra Mundia, sendo instrutor de vôo e piloto de provas. Com suas economias ele adquiriu uma pequena frota de caminhões de entulho e então decidiu entrar para o negócio do óleo. Depois começou a construir carros, os Cobra, que participavam das 24 horas de LeMans, que lhe deram bastante prestígio. Shelb teve a missão de preparar para a Ford o GT-40, que consquistou cinco títulos e ganhou da Ferrari 330P4, que também corria LeMans. Em 1965 ele criou duas versões esportivas para o Mustang, ram os Shelby GT-350, com motor de 350 pol³ (5.740 cm³) e GT-500, com motor de 500 pol³ (8.200 cm³), uma das versões mais famosas do carro. Hoje ele se tornou uma lenda e ficou conhecido no Salão da Fama do Automóvel.

Fonte: A história dos automóveis do Brasil

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